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O Museu Somos Todos

Um festival que abriu as portas imaginárias de um futuro Museu

Na noite amena de 12 de abril as ruas da vila de Odemira encheram-se de vida. A população do concelho e muitos visitantes saíram à rua para desfrutar e participar do Festival Cultural "O Museu somos todos", uma ideia e direção artística de Madalena Victorino, uma das mais conceituadas coreógrafas do país, e que contou com o envolvimento direto de cerca de 150 pessoas do concelho.

Uma verdadeira maratona cultural com cinco pontos de passagem que desvendou uma forma diferente de viver e conhecer Odemira.
A Igreja da Misericórdia abriu as suas portas para receber o espetáculo “Fragmentos de Escondidos”, para revelar retratos de vidas, por vezes desconhecidos, num pequeno documentário que teve como tela forros de casacos.

“Bordar é escrever com sangue” deu vida à casa da Dona Reis (da “Dominguitas”), com momentos de poesia que revelam tradições antigas da região, ilustradas por maravilhosas telas elaboradas pelas bordadeiras.

Uma casa na Travessa do Miradouro transformou-se num “Verdadeiro Estúdio Fotográfico”, onde as centenas de pessoas que por lá passaram se deixaram fotografar sérios, a sorrir, a brincar, a encarnar personagens diferentes.

A antiga Fábrica de Moagem do Miranda foi palco para um espetáculo único, os “Aplainadores de sons”, que juntou um grupo de músicos improváveis, fundindo o som do trabalho dos carpinteiros com o som dos instrumentos de percussão e acordeão, resultando numa melodia harmoniosa.

Um curto espetáculo de Clown em homenagem a mineiros meninos, com o Coro de Mineiros de Aljustrel a servir de banda sonora, emocionou todos os que passaram pela estação da Rodoviária para assistir ao “Clown Miniero”.

A noite de sábado deu continuação a este momento cultural, que juntou memórias e futuro. Os sabores da gastronomia local ao som do cante ao baldão deu início a outra noite memorável, que terminou com um pé de dança num “Balho Único”, que uniu músicos portugueses e estrangeiros, para momentos de dança e músicas reinventadas, no largo da Igreja da Nossa Senhora da Piedade.

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