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Dead Combo atuam em Odemira no dia 23 de novembro

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31 Outubro 2019

Os Dead Combo vão subir ao palco do Cineteatro Camacho Costa, em Odemira, no dia 23 de novembro, pelas 21.30 horas, para aquele que será um dos últimos concertos da dupla Tó Trips e Pedro Gonçalves, depois do anúncio que a banda vai acabar.

O espetáculo de Odemira vai ser dedicado ao último trabalho da dos Dead Combo, “Odeon Hotel”, considerado um dos três melhores discos de 2018 pela generalidade da imprensa e crítica especializada.

Odeon Hotel, o sexto álbum de originais, foi editado em 2018 e conta com produção de Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell, etc), sendo a síntese da portugalidade e da universalidade existentes na música dos Dead Combo. Pela primeira vez na história da banda, o disco foi editado em todo o mundo, com o selo de uma das maiores editoras internacionais, a Sony Music. Ao vivo, a banda de Tó Trips e Pedro Gonçalves apresenta-se numa formação com músicos convidados: Alexandre Frazão (bateria, voz), Gui (sopros, mellotron, voz) e António Quintino (contrabaixo, guitarras, mellotron).

A história dos Dead Combo começou em 2003 na sequência de um convite do radialista Henrique Amaro (Antena 3) para compor e gravar a canção “Paredes Ambience”, incluída no disco de homenagem a Carlos Paredes “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”.

A dupla participou no episódio sobre Lisboa do programa “No Reservations” de Anthony Bourdain, o que lhes valeu a entrada no top 10 dos discos de world music mais vendidos no iTunes norte-americano. Em 2015 a sua música chegou a Hollywood, através da inclusão de duas músicas no filme “Focus”, realizado por Glenn Ficarra e John Requa e protagonizado por Will Smith. Também em 2015 receberam o Globo de Ouro para melhor banda.

No passado dia 1 de outubro, a dupla anunciou que os Dead Combo vão acabar, mas não sem antes se lançarem numa digressão até 2020. Numa publicação na página de Facebook da banda, assinada pelos dois, Tó Trips e Pedro Gonçalves afirmaram que vão acabar como começaram, ou seja, “os dois”.